<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4757177198303893094</id><updated>2011-04-21T21:07:09.023-07:00</updated><title type='text'>MWITA PEDRO TUDELA</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://mwita16pt.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4757177198303893094/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mwita16pt.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>mad woman in the attic</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08151628016528317510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4757177198303893094.post-7596668082340621471</id><published>2008-05-19T02:09:00.000-07:00</published><updated>2008-10-04T05:55:59.128-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;PEDRO TUDELA&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;24.05.2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/694pN3FGN-A&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/694pN3FGN-A&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;“Up Side Down”    &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espaço que este sótão ensina é uma grande área que parte de um regular apartamento, corre por uma escada ou se eleva pelo ascensor e prolonga manifestos que se declaram e permanecem acumulados.&lt;br /&gt;É assim que todos olhos e memórias o encontram, porque o sítio e o momento ainda fazem parte do território, porque a matéria de que é assente é o suporte de todos os planos.&lt;br /&gt;Para este projecto “Up Side Down”, o meu gesto faz-se da soma da comarca Mad Woman. Tal como qualquer oportuno suporte, relaciona-se com uma arquitectura cujos projectos aclamam e obrigam que se viva o assunto do próprio lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A janela e o intervalo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Quando nos congregamos a objectos como um microfone e um par de colunas, imediatamente nos confrontamos com os extremos de um miolo que pode ser nosso ou de outro, mas certamente pautado pelo tempo pela e acção. São as pontas de um género alargado do som, que quando se aproximam descarnam, desafiando o feed back.&lt;br /&gt;O som propaga-se pelo ar, pelos líquidos e pelas massas mais sólidas. A massa sonora revela-se em ondas que, num passado recente, se apresenta manifestamente  em barras reguladas por linhas progressivamente expandidas ou condensadas.&lt;br /&gt;O sítio de onde brota o evento, tanto na cena compositora como na performativa, é invariavelmente a “boca“ de uma corneta que parte do sistema inverso ao do funil. Recorremos ao funil para nos ajudar a comprimir quantidade em corrente transitoriamente metamorfoseada em “linha”. Mas a nossa abertura, desfralda a produção que por ela passa num notificado aumento, dando importância aos novelos e linhas que, num estado de reprodução gráfica, se revelam no espaço, ocupando tudo como uma espécie de contágio temporal.&lt;br /&gt;Imagine-se uma musica que se detém numa etapa avançada do “Pendulum Music” de Steve Reich e estimula o ofício de alertar o mérito das matérias, das afinidades e do tempo estacionado na tabela dos pré-conceitos e das relações antagónicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro Tudela 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_vjbwmdmc3wQ/SDFCmsYmamI/AAAAAAAAALU/S-hMKoVfx9U/s1600-h/mwita-pedro-tudela.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_vjbwmdmc3wQ/SDFCmsYmamI/AAAAAAAAALU/S-hMKoVfx9U/s400/mwita-pedro-tudela.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5202012277106436706" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;******************************************************************&lt;br /&gt;**************P*R*E*S*S***R*E*L*E*A*S*E************************&lt;br /&gt;******************************************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tipo de evento_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Artes plásticas/ instalação / visual/ sonoro.&lt;br /&gt;(ENTRADA LIVRE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Inaugura_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;SAB. 24 Maio 2008&lt;br /&gt;16:00/20:00 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Até_&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;29 Junho 2008&lt;br /&gt;Visitas só por marcação pelo seguinte número:&lt;br /&gt;André Sousa  91 791 00 31&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Artista/Obra  apresentada_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Pedro Tudela&lt;br /&gt;“Up Side Down”&lt;br /&gt;Instalação. Materiais: Alumínio, vidro, esponja, cones de altifalante, cabo de aço, microfone, cabos de áudio, amplificador de som e altifalante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Lançamento da edição:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Fotografia cor 20x15 cm&lt;br /&gt;(ed 10 exemplares)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Texto_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;“Up Side Down”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espaço que este sótão ensina é uma grande área que parte de um regular apartamento, corre por uma escada ou se eleva pelo ascensor e prolonga manifestos que se declaram e permanecem acumulados.&lt;br /&gt;É assim que todos olhos e memórias o encontram, porque o sítio e o momento ainda fazem parte do território, porque a matéria de que é assente é o suporte de todos os planos.&lt;br /&gt;Para este projecto “Up Side Down”, o meu gesto faz-se da soma da comarca Mad Woman. Tal como qualquer oportuno suporte, relaciona-se com uma arquitectura cujos projectos aclamam e obrigam que se viva o assunto do próprio lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A janela e o intervalo&lt;br /&gt;Quando nos congregamos a objectos como um microfone e um par de colunas, imediatamente nos confrontamos com os extremos de um miolo que pode ser nosso ou de outro, mas certamente pautado pelo tempo pela e acção. São as pontas de um género alargado do som, que quando se aproximam descarnam, desafiando o feed back.&lt;br /&gt;O som propaga-se pelo ar, pelos líquidos e pelas massas mais sólidas. A massa sonora revela-se em ondas que, num passado recente, se apresenta manifestamente  em barras reguladas por linhas progressivamente expandidas ou condensadas.&lt;br /&gt;O sítio de onde brota o evento, tanto na cena compositora como na performativa, é invariavelmente a “boca“ de uma corneta que parte do sistema inverso ao do funil. Recorremos ao funil para nos ajudar a comprimir quantidade em corrente transitoriamente metamorfoseada em “linha”. Mas a nossa abertura, desfralda a produção que por ela passa num notificado aumento, dando importância aos novelos e linhas que, num estado de reprodução gráfica, se revelam no espaço, ocupando tudo como uma espécie de contágio temporal.&lt;br /&gt;Imagine-se uma musica que se detém numa etapa avançada do “Pendulum Music” de Steve Reich e estimula o ofício de alertar o mérito das matérias, das afinidades e do tempo estacionado na tabela dos pré-conceitos e das relações antagónicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro Tudela 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pedro Tudela_Bio_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Nasceu em Viseu em 1962&lt;br /&gt;Concluiu o Curso de Pintura da [ESBAP] em 1987&lt;br /&gt;Enquanto aluno da [ESBAP], foi co-fundador do Grupo Missionário: organizou exposições Nacionais e Internacionais de pintura, arte postal e performance.&lt;br /&gt;Participou em vários festivais de performance desde 1982&lt;br /&gt;Autor e apresentador dos programas de rádio “Escolhe um edo” e “Atmosfera Reduzida” na Xfm entre 1995 e 1996&lt;br /&gt;Em 1992, por ocasião da exposição "mute...life" funda o colectivo multimédia Mute Life dept. [MLd].&lt;br /&gt;Enveredou na produção sonora em 1992, participando em concertos, performances, edições discográficas em Portugal e no Estrangeiro.&lt;br /&gt;Colabora com o grupo virose e ingressa na [virose-associação cultural e recreativa] a partir de 2000&lt;br /&gt;Co-fundador e um dos elementos do projecto de música experimental electrónica @c.&lt;br /&gt;Membro fundador da media label Crónica.&lt;br /&gt;Assistente da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto [FBAUP] desde 1999.&lt;br /&gt;Expõe individualmente com regularidade desde 1980.&lt;br /&gt;Trabalha como cenógrafo desde 2000.&lt;br /&gt;Participou em inúmeras exposições colectivas em Portugal e no Estrangeiro desde o inicio da década de 80.&lt;br /&gt;Vive e trabalha no Porto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Links_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;www.pedrotudela.org&lt;br /&gt;www.virose.pt/tudela&lt;br /&gt;www.at-c.org&lt;br /&gt;www.discogs.com/artist/Pedro+Tudela&lt;br /&gt;http://www.discogs.com/artist/@c&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Local_Contactos_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;MAD WOMAN IN THE ATTIC&lt;br /&gt;Rua Alves Redol, 407 5ºD.  P-4050-043 Porto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(+351) 91 791 00 31           mw_intheattic@yahoo.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4757177198303893094-7596668082340621471?l=mwita16pt.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mwita16pt.blogspot.com/feeds/7596668082340621471/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4757177198303893094&amp;postID=7596668082340621471' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4757177198303893094/posts/default/7596668082340621471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4757177198303893094/posts/default/7596668082340621471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mwita16pt.blogspot.com/2008/05/up-side-down-o-espao-que-este-sto.html' title=''/><author><name>mad woman in the attic</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08151628016528317510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vjbwmdmc3wQ/SDFCmsYmamI/AAAAAAAAALU/S-hMKoVfx9U/s72-c/mwita-pedro-tudela.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
